Padre Américo, quando experimentava em cima da hora a batina da sua sagração como Santo Homem, um modelito desenhado por um fiel esquisitão, a quem Américo jamais perdoou.
O Santo Homem Américo vibrou com a caquerada de Oscars recebidos pelo O Senhor dos Anéis, no qual fez uma ponta como Sméagol, o Gollum.
Na aprazível zona do baixo-meretrício baiano, o Santo Homem Américo, semeia amor e perdão, na espera de uma safra récorde de novas ovelhas para o seu rebanho. Se a Montanha não vai à igreja, diz o reverendo macróbio, a Igreja vai à Montanha.
Um dos maiores conhecedores do antigo Moulin Rouge, o Santo Homem Américo não poderia ter sido deixado de fora como consultor quando do famoso musical. Aqui o vemos com o elenco, com quem se confraternizou e cujos pecados perdoou.
O Santo Homem Américo, posa nos bastidores da famosa casa noturna, acompanhado de três jovens a quem salvou do fogo da Geena através de uma indulgência ampla, geral e irrestrita, com renovação automática.
Sempre que vai a Paris, o Santo Homem Américo não deixa de visitar o Moulin Rouge onde, ainda seminarista, teve o seu primeiro contacto com o pecado e com o perdão.
Na Cidade Luz, o macróbio sacerdote aguarda um casal de turistas acabar de pecar para lhes conceder um perdão incondicional.
O Padre Américo reza a missa no sítio de Stonehenge, cujas pedras representam, segundo o Santo Homem, Jesus Cristo e os doze apóstolos.
Em visita ao seu amigo Karol Wojtyla, o Santo Homem propõe um plano de paz para o oriente médio através de uma nova cruzada para expulsar os judeus e os infiéis da terra santa.